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Friday, February 24, 2012

A Tragédia Grega



 


Dionísio, o deus do teatro
Comumente, entre nós, modernos, a palavra "tragédia" tornou-se uma aplicação costumeira para designar um acontecimento doloroso, catastrófico, acompanhado de muitas vítimas, ou ainda para descrever o desenlace de uma paixão qualquer que redundou num horrível assassinato. Para os gregos, entretanto, tragikós era outra coisa. A tragédia definia acima de tudo uma forma artística, ou algo que somente ocorria entre os grandes. Na visão de Aristóteles, um dos primeiros a estudar o impacto dos espetáculos teatrais, a tragédia seria "uma representação imitadora de uma ação séria, concreta, de certa grandeza, representada, e não narrada, por atores em linguagem elegante, empregando um estilo diferente para cada uma das partes, e que, por meio da compaixão e do horror provoca o desencadeamento liberador de tais afetos."






A tragédia como catarse


Aristóteles criou o conceito de catarse
Aristóteles não preocupou-se em estabelecer qualquer teoria sobre a tragédia nem concentrou-se nos aspectos técnicos do espetáculo mas no comportamento do público. Concluiu que o espetáculo trágico para realizar-se como obra de arte deveria sempre provocar a Katarsis, a catarse, isto é a purgação das emoções dos espectadores. Assistindo as terríveis dilacerações do herói trágico, sensibilizando-se com o horror que a vida dele se tornara, sentindo uma profunda compaixão pelo infausto que o destino reservara ao herói, o público deveria passar por uma espécie de exorcismo coletivo. Atribui-se à concepção de Aristóteles, que associa a tragédia à purgação, ao fato dele ter sido médico, o que teria contribuído para que ele entendesse a encenação dramática como uma espécie de remédio da alma, ajudando as pessoas do auditório a expelirem suas próprias dores e sofrimentos ao assistirem o desenlace.
O Herói Trágico

O centro do espetáculo teatral gira em torno do destino infeliz do herói, tema comum a maior parte das narrativas e das sagas antigas. Nelas ele é apresentado como uma figura radiante, um vencedor que está no esplendor da vida, usufruindo dos feitos das suas armas, envolto numa auréola de glória quando, repentinamente, vê-se vítima de uma alteração brusca do destino. Um acontecimento sensacional, terrível, sufoca as suas alegrias, conduzindo-o à desgraça, arremessando-o ao mundo das sombras. Assim é que Édipo é rei de Tebas, onde casou com a rainha viúva e com a qual teve quatro belosfilhos (dois varões e duas moças), quando tudo deu para desabar ao seu redor. Em outra peça, Agamemnon, o rei de Micenas, ao retornar para casa vitorioso depois de ter pilhado Tróia, sucumbe pelo golpe assassino de Cliptemnestra, sua mulher, e do amante dela. Prometeu, o titã que trouxe do Olimpo o fogo dos céus para os homens, banido, termina preso e encadeado no alto das montanhas do Cáucaso.


Agamemnon retorna para morrer


Homero e a tragédia

Os poemas de Homero, tanto a Ilíada como a Odisséia, oferecem vários desses momentos de infelicidade pelos quais os grandes passam: o desespero de Aquiles quando perde o seu amigo Pátroclo num combate; o encontro de Ulisses com Aquiles na morada dos mortos; a desgraça de Heitor, o bravo guerreiro morto num duelo pela defesa da sua cidade; a humilhação de Príamo, o velho rei de Tróia, que é obrigado a suplicar a Aquiles pela devolução do corpo do filho. O objetivo do poeta porém não é exatamente o mesmo do autor dramático. Esses episódios da "Ilíada" e "Odisséia" fazem parte da narrativa geral cuja intenção é enaltecer a bravura e os feitos dos combatentes e não provocar a compaixão ou qualquer outro sentimento piedoso nos leitores ou ouvintes. Segundo Albin Lesky "a epopéia homérica é para a objetivação do trágico na obra de arte somente um prelúdio."


Orestes, o vingador (escultura de Simart)


Os postulados do trágico

Para poder-se dizer que um espetáculo é uma tragédia é preciso que ele apresente certas características facilmente identificadas pelo público. Em primeiríssimo lugar, deve revelar a dignidade da queda. O herói é sempre uma figura reconhecidamente grande, importante, que consegue manter a integridade moral quando as coisas desandam ao seu redor. É pois, um estóico. Depois, há de verificar-se a importância da altura da queda, transmitindo a idéia da caída de um mundo de segurança e felicidade, que se vê ilusório, para as mais profundas das misérias. Queda, diga-se, que o herói deve aceitar em sua consciência. Não se entende como tragédia o caso da vítima ser alguém sem vontade, conduzido como se fosse um surdo-mudo para a desgraça, um marionete inconsciente dos deuses. E, por último, a tragédia resulta de uma falta absoluta de solução. Não há outra saída do que aquela determinada pelos acontecimentos que vão se descortinando frente ao herói.

Estoicismo e tragédia


Sêneca, o romano que compôs tragédias (tela de Rubens)
A tragédia também tornou-se uma inspiração para a filosofia estóica que, desde os seus princípios, estava determinada a demonstrar os terríveis estragos que a paixão humana provocava. O sábio estóico Sêneca (4 A.C.- 65) serviu-se de peças com urdidura trágica como uma admoestação e advertência para mostrar o desespero que acomete aqueles que se deixam guiar por elas ao não saberem impor limites ao ardores do coração, submetendo-o aos poderes da lógica (esta, comumente, foi a interpretação da tragédia que chegou a nós no Ocidente com força bem maior do que aqueles que os grandes autores dramáticos da Ática lhe davam).

Cristianismo e tragédia

Para alguns autores cristãos a tragédia é um gênero que pertence exclusivamente ao mundo pagão. O cristianismo teria banido a tragédia por que ela simplesmente não se enquadra na idéia da alma pecadora que atinge sua redenção por uma graça de Deus, pois não há salvação nem perdão para o herói trágico. Ela, a tragédia, só seria possível na cultura pré-cristã que desconhecia os princípios do arrependimento e da absolvição, ou o gesto inesperado e miraculoso da graça divina (o artificio do Theos ex machiné, largamente utilizado por Eurípides, foi interpretado por muitos como um recurso teatral, não pertinente à essência da concepção grega da tragédia). Pode-se até conjeturar ter sido a própria vida de Cristo uma tragédia definitiva, uma catástrofe moral de tamanha dimensão que superou todos os possíveis dramas, não deixando espaço emocional para que nada mais pudesse emparelhar-se ao sofrimento do Salvador. A representação popular da paixão e do martírio de Jesus, que até hoje é encenada nos autos religiosos, inibiu para sempre a dramaturgia cristã.

Originalidade do teatro

Sabemos que os poetas da Grécia Antiga exploraram outros gêneros, tais como o drama satírico e a comédia, mas nenhum deles teve a transcendência alcançada pela tragédia, fazendo com que o espetáculo trágico fosse o que mais profundamente se enraizou na tradição cultural moderna.

Muitas das contribuições culturais que nos chegaram pela mãos dos gregos, tais como a Filosofia, a Geometria, a Pintura Cerâmica, a Arquitetura, a Música, a História, a Medicina, a Literatura Épica e Lírica, a Mitologia, etc., com certeza eram de origem Oriental. O mesmo, porém, não se deu com o Teatro. Se Pitágoras e Platão abeberam-se da filosofia e da geometria egípcia ; se Heródoto inspirou-se nas crônicas anatólicas, persas e egípcias; se mesmo Homero inspirou-se em narrativas épicas de outros povos, tal não pode dizer-se dos autores trágicos. A Tragédia é a mais pura criação da cultura grega antiga e, quando transplantada para outras culturas, não encontrou a mesma receptividade.


O teatro grego, um espetáculo de massas


Os concursos trágicos

As encenações trágicas, tais como as conhecemos, tiveram início com a institucionalização da chamada Dyonissia, os "Concursos Trágicos", no governo do tirano ateniense Pisístrato (cerca 536-534 a.C.). Famoso por ter sido "hábil e bonacheirão", o autocrata rapidamente compreendeu a potencialidade política do Teatro, dele lançando mão para popularizar o seu regime. Sólon (668-559 a.C.), o mais famoso legislador ateniense, ao dar-se conta disso, certa vez abandonou em pleno andamento, uma representação que assistia em protesto contra a manipulação política das artes. O velho sábio, desiludido, retirou-se do teatro sentindo-se vencido.

Uma "persona"
Naquela época a encenação teatral ainda dava seus primeiros passos e seu apogeu só se deu no século seguinte, no século V a.C., ao surgir a trindade dos soberbos autores trágicos: Ésquilo, Sófocles e Eurípedes. O ciclo da tragédia só encerrou-se quando, à época de Aristóteles, no século IV a.C., o jovem teatrólogo Agaton compôs peças cujos elementos não se inspiram mais na tradição, e sim resultam da sua própria criação. O período abarca mais ou menos uns cento e cinqüenta anos, mas o seu apogeu concentrou-se do início das guerras persas (490-480 a.C.) até encerrar-se com a morte de Eurípedes em 406 a.C. (dois anos antes da capitulação de Atenas perante Esparta), isto é uns 70 ou 80 anos. Literariamente seus marcos seriam a primeira apresentação de "Os Persas" de Ésquilo, que se supõe tenham ocorrido em 472 a.C., e as "As Troianas" de Eurípedes em 415 a.C.
A organização das dionisíacas
MêsDenominação da festa
DezembroA Pequena Dionisíaca
JaneiroA Lanea
FevereiroAnthesteria
MarçoA Grande Dionisíaca, celebrada após a procissão das Panatenéias, que duravam seis dias

Em cada uma delas, concorriam apenas três poetas, escolhidos pelo Honorável Arconte, o patriarca da cidade. A inscrição era voluntária, cabendo ao autor apresentar três tragédias e um drama satírico, - uma tetralogia. Cabia ao Estado (Theorica) a premiação dos poetas e a manutenção, durante a temporada, do sustento dos hypocrites (os atores). Os integrantes do coro por sua vez eram mantidos por patrocinadores privados, em geral atenienses ricos que procuravam ganhar o respeito da sociedade e o reconhecimento público com a prática do mecenato. Feita a escolha dos três autores, o nome deles era submetido a uma votação por uma comissão de 500 juízes (50 de cada um dos demos da cidade) que colocavam o nome do seu preferido escrito numa pequena esfera que, depois, era depositada numa das dez urnas existentes no Pártenon. A obra daquele que foi indicado começa a ser representada a partir do horário matutino, sendo que as dos outros preencherão os dias restantes até que o festival se encerrasse. O poeta escolhido tinha o seu nome anunciado pelo heraldo e, em seguida, ele era coroado pelo Honorável Arconte com uma coroa de hera, a planta sagrada de Dionísio.

Saturday, January 28, 2012


Grande jogador. Era um exemplo, a todos os níveis, dentro e fora do campo.

SÓCRATES BRASILEIRO SAMPAIO VIEIRA DE OLIVEIRA

Sunday, December 25, 2011

Meus Amores de Televisão

Roberto Carlos


Meus amores da televisão
Fantasias do meu coração
Minha mente sai da realidade eu posso ter
Em cada meia hora um sonho a cores pra viver
Elas me conduzem muito além
Da minha imaginação, que confusão
Uma delas diz: te quero sim
É na TV e eu penso que é pra mim
Num impulso esqueço a minha timidez de fã
Busco o meu talento e me transformo em seu galã
E quando me aproximo e me preparo para o beijo do final
Comercial!
Diferentes emoções todos os dias
Ilusões, fantasias
E até depois do meu adormecer
São estrelas dos programas
Que em meus sonhos posso ter
Quando me apaixono pra valer
Certas cenas eu nem quero ver
No dia de uma delas se casar quase morri
Felizmente faltou luz no bairro e eu não vi
Mas no outro dia a pedidos do meu bairro
Que não viu, se repetiu
Tem alguém que escreve pra mocinha
Cartas de amor iguais às minhas
E hoje na novela todo mundo vai saber
Quem é esse que ela ama e trata de esconder
Só falta ela dizer que o autor
Das cartas que ela recebeu, sou eu
Diferentes emoções todos os dias
Ilusões, fantasias
E até depois do meu adormecer
São estrelas dos programas
Que em meus sonhos posso ter
Meus amores da televisão
Fantasias do meu coração
Meus amores da televisão
Fantasias do meu coração
Meus amores da televisão
Fantasias do meu coração
Meus amores da televisão

Wednesday, December 14, 2011


Confira como ficou o top 20 do ranking nacional de clubes atualizado pela CBF:
1.º Santos, 2.358 pontos
2.º Palmeiras, 2.306
3.º Vasco, 2.234
4.º Grêmio, 2.208
5.º Flamengo, 2.207
6.º Corinthians, 2.197
7.º Cruzeiro, 2.114
8.º Internacional, 2.111
9.º São Paulo, 2.109
10.º Atlético-MG, 2.080
11.º Botafogo, 1.846
12.º Fluminense, 1.841
13.º Coritiba, 1.588
14.º Bahia, 1.586
15.º Goiás, 1.556
16.º Guarani, 1.547
17.º Sport, 1.539
18.º Portuguesa, 1.446
19.º Atlético-PR, 1.428
20.º Vitória, 1.392

Wednesday, March 11, 2009

CONCURSO CHICO MENDES - ICMBIO

10015458, Adriana Risuenho Leao Heibel, 64.00, 12.30 /
10014575, Adriane Batista Pereira
Vinagre, 59.00, 6.47 / 10001729, Adriano Rodrigues de Sa Possemato, 62.00, 17.42 /
10011553, Adriene Coelho Ferreira, 59.00, 10.07 / 10012076, Alan Vieira Gonzaga, 63.00,
8.58 / 10012356, Alberto Cruz da Silva Junior, 55.00, 6.00 / 10009047, Alessandro Silva
Marcal, 64.00, 10.77 / 10017233, Alex de Castro Fiuza, 74.00, 10.20 / 10015392, Alexandre
Silva de Oliveira, 65.00, 7.72 / 10016439, Alexsandro Pereira da Silva, 60.00, 10.74 /
10016331, Aline Cristina Simoes Leite, 64.00, 11.53 / 10010988, Aline Kellermann, 64.00,
13.85 / 10011800, Aline Lopes de Oliveira, 59.00, 13.64 / 10009672, Amaury Silva Nasser,
59.00, 18.56 / 10006636, Ana Carla Barros de Souza, 57.00, 6.52 / 10013372, Ana Carolina
Cotta de Mello Canary, 63.00, 12.36 / 10013675, Ana Paula de Morais Lira Gouvea, 57.00,
9.20 / 10013325, Anderson de Oliveira Nascimento, 64.00, 8.79 / 10008575, André Lauand
Ribeiro, 55.00, 9.20 / 10006093, Andre Luis Macedo Vieira, 57.00, 14.99 / 10003562, Andrea
de Oliveira Raimundo, 60.00, 10.13 / 10006955, Andrei Tiego Cunha Cardoso, 57.00, 16.40 /
10008690, Andreia Catarina Rondon, 61.00, 4.51 / 10017621, Andreia Souza Afonso, 56.00,
8.63 / 10000057, Antonio Azevedo Moura, 58.00, 11.23 / 10010932, Antonio Luiz Pereira
Campos, 55.00, 10.12 / 10000847, Aristeu Teixeira da Silva Junior, 56.00, 16.33 / 10002304,
Arthur Neiva Fernandes, 58.00, 11.29 / 10005099, Assor Egon Fucks, 59.00, 10.98 /
10004291, Aureliano Reis Duarte, 63.00, 9.80 / 10002602, Auristela Ramos do Carmo, 55.00,
15.13 / 10012737, Bruna de Freitas Iwata, 56.00, 7.72 / 10004902, Carlos Benedito de Paula
Sodre, 66.00, 8.89 / 10000260, Carlos Eduardo Guidorizzi de Carvalho, 69.00, 19.86 /
10003028, Caroline Maria dos Santos Scherer, 57.00, 6.60 / 10003862, Cicero Nogueira da
Silva Filho, 56.00, 7.56 / 10009206, Claudia Cristina Alves Lima, 55.00, 17.52 / 10012208,
Cledson da Rocha Lima, 57.00, 3.97 / 10012974, Daniel Tonelli Caiche, 59.00, 6.60 /
10008626, Daniela Zaguetto Alves, 58.00, 14.00 / 10014297, Danilo do Carmo Vieira Correa,
5
61.00, 12.67 / 10012996, Danilo Vidal e Souza, 59.00, 5.44 / 10014784, Darlan Aragao
Mesquita, 57.00, 12.50 / 10006208, Darlison Fernandes Carvalho de Andrade, 69.00, 13.60 /
10010518, David Furtado Fernandes, 64.00, 3.08 / 10000222, Diana de Alencar Meneses,
61.00, 10.13 / 10008238, Diego das Virgens Franco, 55.00, 14.81 / 10009012, Diego
Guimarães de Sousa, 70.00, 18.86 / 10012267, Dirceu Oscar Silveira Neto, 62.00, 6.00 /
10012070, Eduardo Carvalho Lino de Souza, 59.00, 12.73 / 10013192, Eduardo Cavalcante de
Macedo, 59.00, 15.83 / 10001559, Eduardo Charly Araujo Lameira, 70.00, 10.06 / 10015520,
Eduardo de Vasconcelos Tuma, 58.00, 8.89 / 10017486, Elaine Cristina dos Santos Miranda,
58.00, 11.12 / 10008650, Elenize Jacqueline da Silva, 56.00, 4.25 / 10004355, Elieser
Azevedo, 63.00, 13.80 / 10004229, Emanoel Alves de Mendonca, 59.00, 15.13 / 10002992,
Evandro Luiz da Luz Ribeiro, 58.00, 6.43 / 10013881, Fabiana de Oliveira Sa, 56.00, 8.06 /
10016070, Fabio da Silva Castanheira, 59.00, 10.07 / 10014980, Fabricio Alves Rodrigues,
69.00, 8.86 / 10014912, Fatima Pires de Almeida Oliveira, 62.00, 10.47 / 10001263,
Fernando Almeida Cortizo, 55.00, 15.87 / 10012067, Fernando Pedro Marinho Repinaldo
Filho, 77.00, 13.67 / 10006793, Fernubia Lopes Ferreira, 64.00, 10.08 / 10010238, Francisco
Damiao de Araujo, 62.00, 15.36 / 10016593, Francisco das Chagas e Silva, 79.00, 4.13 /
10016722, Gabriela Pereira Ramires, 56.00, 10.06 / 10016508, Gabriella Tiradentes Pizetta,
76.00, 12.66 / 10017383, Gerson Buss, 67.00, 12.67 / 10007382, Giovanni Salera Junior,
60.00, 13.87 / 10001076, Glaucia Mota Braganca, 55.00, 5.38 / 10015124, Graciene de Souza
Bido, 57.00, 10.33 / 10007661, Gustavo Pinheiro Rego, 71.00, 9.82 / 10011511, Helder
Nonato de Araujo Batista, 60.00, 10.00 / 10002746, Iara Braga Sommer, 71.00, 16.22 /
10011446, Javan Tarsis Nunes Lopes, 61.00, 12.73 / 10012149, Jesulino Alves da Rocha Filho,
55.00, 9.00 / 10011183, Joao Felipe Heerema Martins da Silva, 57.00, 12.86 / 10004179,
Johan Silva Pereira, 58.00, 15.67 / 10008601, Jorge Evaldo Figueiredo Bernardo, 57.00, 8.89 /
10014732, Jorge Luiz dos Santos, 61.00, 11.60 / 10008093, Jose Lenilson Gomes Costa,
66.00, 6.60 / 10004328, Jose Maria Cardoso Sacramento, 60.00, 5.06 / 10005658, Jose
Vicente de Paula Barreto Mello Neto, 61.00, 11.38 / 10004694, José William Antunes de
Oliveira, 55.00, 4.30 / 10010723, Juarez Tarcizio Scalfoni, 60.00, 10.39 / 10002988, Juliana
Eveline dos Santos Farias, 64.00, 8.76 / 10008971, Juliana Pereira de Sousa, 55.00, 11.60 /
10015153, Juliana Rezende Nogueira, 57.00, 6.53 / 10011104, Julio Cesar Meyer Junior,
55.00, 12.33 / 10000215, Juvani Lago Saturno, 58.00, 11.60 / 10003125, Karina de Oliveira
Teixeira Sales, 61.00, 11.10 / 10007504, Kelly Elizabeth Campelo Lopes, 63.00, 6.53 /
10010007, Kelly Ferreira Cottens, 71.00, 18.67 / 10013330, Lauriane Kamila Santos Silva,
71.00, 10.13 / 10018506, Leandro Rodinei Brauwers, 57.00, 7.06 / 10001328, Lelio Costa da
Silva, 57.00, 11.32 / 10012083, Lício Mota da Rocha, 63.00, 10.26 / 10010730, Luana Braga
Bezerra, 56.00, 4.12 / 10010094, Luciana Nascimento Viana, 60.00, 17.12 / 10007590,
Ludiane Pimenta de Aguiar, 62.00, 13.86 / 10017975, Luis Wagner Ferreira Guimaraes, 61.00,
12.53 / 10012202, Luiz Haroldo Cunha Marques, 57.00, 13.60 / 10015089, Maite Alves
Guedes, 61.00, 13.72 / 10005081, Manoel Pinheiro de Moura Filho, 55.00, 11.04 / 10005766,
Marcelo Roberto Bulhoes do Nascimento, 55.00, 9.32 / 10004149, Marcio Soares Rabello,
58.00, 12.67 / 10008603, Marco Antonio Carrera Ferreira, 57.00, 6.39 / 10001233, Marcos
Felipe Alonso de Souza, 57.00, 13.93 / 10004927, Marcos Hiroshi Okawa, 61.00, 10.40 /
10003768, Marcos Roberto da Silva Costa, 58.00, 1.76 / 10006447, Marcos Rocha da Silva,
62.00, 12.27 / 10000780, Marcus Vinicius Braga Baia, 60.00, 5.44 / 10011725, Marcus
Vinicius da Silva Ferreira, 61.00, 8.92 / 10007568, Marcus Vinicius Mendonca, 65.00, 15.06 /
10002399, Maria Bethania Paiva Cavalcante, 60.00, 6.10 / 10004578, Maria Jocileia Soares da
Silva, 62.00, 10.10 / 10007841, Maria Macedo Vieira, 55.00, 3.40 / 10011220, Mariana Reis
Melo, 59.00, 6.37 / 10008972, Matheus Creao Fernandes, 58.00, 6.91 / 10014708, Mauricio
Cortines Laxe, 55.00, 19.40 / 10005214, Mauro Braga Costa Pereira, 57.00, 17.43 /
10010924, Mauro Oliveira Pires, 63.00, 17.31 / 10008844, Maximiliano Niedfeld Rodriguez,
60.00, 11.45 / 10007603, Michele Monteiro Ferreira, 62.00, 15.13 / 10016444, Michelle
Meirelles Ferreira Franco, 57.00, 13.43 / 10002232, Moises Alexandre Lima Eustaquio, 58.00,
10.07 / 10012515, Murilo Rezende Machado, 63.00, 10.36 / 10011359, Natanael Antunes
Abade, 76.00, 6.57 / 10008423, Nayara de Oliveira Stacheski, 62.00, 13.86 / 10017250,
Nicolas Araujo Carlos Crapez, 56.00, 12.80 / 10000678, Nilton Junior Lopes Rascon, 59.00,
11.47 / 10017249, Odinalva Siqueira Valente, 67.00, 8.91 / 10001140, Olzimar Ribeiro
6
Rodrigues Filho, 55.00, 11.53 / 10008292, Otavio Cezar Zacante Ramos, 63.00, 14.65 /
10004232, Paloma Galvao Fernandes, 62.00, 13.71 / 10007258, Patrick Rabelo Jacob, 57.00,
13.93 / 10015531, Paulo Eduardo Guzzo Coutinho, 55.00, 12.46 / 10009790, Paulo Henrique
Borges de Oliveira Junior, 68.00, 18.66 / 10011713, Paulo Henrique Marostegan e Carneiro,
61.00, 19.72 / 10002952, Paulo Radames de Carvalho Ribeiro, 58.00, 10.00 / 10007772,
Paulo Roberto Ramalho Vieira, 55.00, 5.51 / 10018171, Paulo Sergio Lopes Santos, 55.00,
11.16 / 10008112, Paulo Vitor Nogueira, 59.00, 5.20 / 10011949, Peonia Brito de Moraes
Pereira, 58.00, 11.39 / 10007034, Rafael Caldeira Magalhaes, 66.00, 11.27 / 10013314,
Rafaela Aparecida da Silva, 60.00, 6.67 / 10004155, Raoni Blum Tomaz, 56.00, 3.13 /
10017785, Rauney Italo Borges Goncalves, 58.00, 6.23 / 10007475, Redinaldo dos Santos
Silva, 56.00, 11.53 / 10003681, Renata Daniella Vargas, 63.00, 14.30 / 10017181, Rodrigo
dos Santos Lima, 60.00, 8.26 / 10011126, Rodrigo Silva Pinto Jorge, 68.00, 16.20 /
10002717, Rogerio Ferreira Bessa, 55.00, 8.72 / 10013466, Rosangela Terezinha Perotti,
55.00, 9.73 / 10007089, Sandro Raphael Borges, 62.00, 10.70 / 10006009, Sergianes Andre
Lima Rocha, 55.00, 11.53 / 10016175, Sergio de Souza Leite Filho, 66.00, 9.55 / 10009677,
Sergio Viana de Carvalho, 58.00, 8.76 / 10015954, Sharlenny Cristina Gaia da Silva, 55.00,
8.87 / 10003479, Sheyla da Silva Leao, 61.00, 9.00 / 10007748, Sidivan Aparecido Resende,
64.00, 14.97 / 10009647, Simone Albarado Rabelo, 56.00, 17.32 / 10007521, Soliana de
Lourdes Guimaraes Ribeiro, 56.00, 13.93 / 10011496, Taina Rizzato Menegasso, 63.00, 11.60
/ 10011691, Tathiana Chaves de Souza, 61.00, 12.53 / 10013826, Tatiana Rehder, 55.00,
16.32 / 10005904, Thais Ferreira Xavier, 68.00, 12.66 / 10015263, Thais Souto Bignotto,
58.00, 10.40 / 10013119, Tiago Saulo Freire Costa, 62.00, 11.46 / 10013765, Umberto de
Souza Baldan, 68.00, 12.00 / 10008431, Vera Nanci Oliveira Carvalho, 58.00, 14.70 /
10000198, Vinicius Monteiro Peloso da Silva, 58.00, 6.80 / 10008750, Viviane Martins da
Silva, 56.00, 11.02 / 10001815, Walcelir Rendeiro da Silva, 55.00, 8.80 / 10007737, Waldemar
da Rocha Amazonas Filho, 57.00, 12.46 / 10016552, Wanesse Santos da Silva, 55.00, 11.19 /
10001094, Welton Igor Silva da Silva, 71.00, 9.20.
1.6.1 Resultado final nas provas objetivas e resultado provisório na prova discursiva dos
candidatos que se declararam portadores de deficiência, na seguinte ordem: número de
inscrição, nome do candidato em ordem alfabética, nota final nas provas objetivas e nota
provisória na prova discursiva.
10008113, Cenilson Costa Moraes, 46.00, 14.40 / 10003616, Leidiane Diniz Brusnello, 51.00,
8.63 / 10012097, Paulo Roberto Nunes de Aviz, 39.00, 4.93 / 10003283, Zulmira Costa da
Silva, 44.00, 5.17

Monday, October 09, 2006

OS BAFOS DA ARCA PERDIDA

Wladimir Pomar
Bastou que um grupo ultra-esquerdista realizasse uma provocação desnecessária no âmbito do Congresso Nacional para que as velhas e tenebrosas vozes do reacionarismo político se fizessem ouvir.

Muitos pensavam que elas haviam sido definitivamente enterradas, após estes quase 20 anos de democratização. No entanto, como bafos de uma arca perdida, elas continuam na espreita, e sempre prontas a aproveitar qualquer motivo para retomar suas práticas ditatoriais. Nesse sentido, é preciso agradecer ao senador Antonio Carlos Magalhães, por haver nos lembrado, com sua contumaz franqueza e seu apelo à intervenção militar contra o governo, de que elas estão apenas guardadas, mas desejosas de retornar.
ACM não fez esse pedido para solucionar a crise de segurança pública de São Paulo que, segundo o governador do Estado e seu colega de PFL, representa a falência das elites. Nem para resolver os graves problemas estruturais do país. Ele quer a intervenção militar sob a alegação de que o presidente não respeita a Constituição, de que as Forças Armadas e seus comandantes não podem obedecer a um “subversivo”. E de que precisam reagir “enquanto é tempo”, “antes que o Brasil caia na desgraça de uma ditadura sindical presidida pelo homem mais corrupto que já chegou à presidência da República".
Esse é um apelo direto e escrachado ao golpe militar. ACM foi buscar nas entranhas do ultrapassado golpe de 1964 os argumentos para justificá-lo. Apesar disso, não se deve supor que se trata apenas de um discurso isolado de um representante do reacionarismo mais retrógrado que o Brasil conhece. É preciso tomar na devida conta que as forças populares e democráticas encontram-se diante da expressão clara e sem disfarces de setores das classes dominantes, setores que não se conformam, de forma alguma, com a eleição de um presidente operário, representante de um partido de perfil socialista.
Diante da hipótese de serem novamente derrotados nas urnas, segundo as regras criadas por eles próprios, pretendem vencer pelo uso ilegal da força militar, como já fizeram tantas vezes na história brasileira. ACM é apenas sua voz, seu bafo quente e fétido. Será um engano fatal se as forças populares não entenderem isso e subestimarem o perigo. E se a ultra-esquerda continuar atirando no mesmo alvo, e dando pretextos para aventuras golpistas da direita.
Wladimir Pomar é escritor e analista político.

Wednesday, February 15, 2006

Mensagem Inicial

O que movimenta todas as coisas deve ser a razão, certo? Muito, muito... talvez, errado. É estranho para os defensores do racionalismo, mas a razão é apenas um freio, uma espécie de "controlador" das paixões e dos sentimentos.
Por equanto, é preciso sonhar. Além disso, é preciso deixar que a paixão pelo algo sonhado faça com que o sonho (DREAM) se torne realidade (REALLITY).
O NOSSO SONHO É DA EDIFICAÇÃO DE UM MUNDO CRISTÃO, DE PAZ, AMOR, JUSTIÇA... O egoísmo não deve existir. Ele mata o sonho e a realidade não se concretiza. Na incerteza deste caminho, abra o seu coração e lembre-se de QUEM procurou sempre sonhar, trilhou num caminho espinhoso e com objetivos nobres. Jesus Cristo de Nazaré.
Ele foi e continua sendo o MESTRE dos mestres.
Que a PAZ e o AMOR de JESUS esteja sempre com você. Se apaixone por esta causa.
Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!